O cenário financeiro brasileiro está passando por uma transformação regulatória significativa. O Banco Central do Brasil (BCB), em conjunto com o Conselho Monetário Nacional (CMN), publicou recentemente as Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025, que estabelecem um novo e rigoroso padrão para a cibersegurança no setor. Com prazo final para adequação em 1º de março de 2026, instituições financeiras como bancos, fintechs, cooperativas de crédito e instituições de pagamento enfrentam o desafio de garantir não apenas a conformidade, mas a verdadeira resiliência contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas. No centro dessas novas exigências está a obrigatoriedade de Testes de Intrusão (Pentests) independentes e abrangentes, uma medida crucial para proteger dados, operações e a reputação dessas organizações.
A Urgência da Conformidade: Por Que CEOs e Diretores Devem Agir Agora?
Para líderes do setor financeiro, a conformidade regulatória não é apenas uma questão burocrática; é um pilar fundamental para a sustentabilidade e a confiança do negócio. O descumprimento das novas resoluções do Banco Central pode acarretar consequências severas, que vão muito além de meras advertências. Estamos falando de multas substanciais, que podem atingir valores bilionários dependendo da gravidade e do porte da instituição, além de sanções administrativas que incluem a suspensão de operações e até mesmo a cassação da autorização para funcionar. Adicionalmente, a falha em proteger informações sensíveis pode resultar em violações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), expondo a instituição a multas da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) de até 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração, e, o que é ainda mais crítico, a um dano irreparável à reputação o e à confiança dos clientes.
O Papel Transformador do Pentest na Nova Regulamentação
As novas diretrizes do Banco Central deixam claro: a cibersegurança não pode ser apenas “documental”. Ela exige uma abordagem proativa e técnica, e o Pentest emerge como a ferramenta essencial para isso. As resoluções estabelecem que os testes de intrusão devem ser:
- Independentes: Realizados por equipes sem qualquer subordinação ao desenvolvimento ou à infraestrutura da própria instituição. Isso garante uma avaliação imparcial e sem conflitos de interesse, marcando o fim do que se convencionou chamar de “pentest de fachada”.
- Anuais: Com uma periodicidade mínima anual, assegurando que a segurança seja continuamente avaliada e aprimorada.
- Abrangentes (Full-Stack): O escopo do Pentest deve ir além da infraestrutura básica, incluindo a lógica de negócios de sistemas críticos como Pix, APIs e mecanismos de autenticação. Além disso, deve cobrir ambientes de nuvem, redes e, crucialmente, simulações de engenharia social (como spear phishing) para testar a resiliência humana, que é frequentemente o elo mais fraco na cadeia de segurança.
- Com Plano de Ação: Os relatórios dos Pentests devem conter um plano de ação detalhado para a correção das vulnerabilidades identificadas, demonstrando o compromisso da instituição com a remediação.
- Evidências Retidas por 5 Anos: Todas as evidências dos testes, incluindo logs, exploits e artefatos, devem ser retidas por um período mínimo de cinco anos, estando à disposição do Banco Central para fiscalizações.
Baitz: Seu Parceiro Estratégico na Jornada de Conformidade e Segurança
Diante desse cenário, a escolha de um parceiro de cibersegurança torna-se uma decisão estratégica. A Baitz compreende profundamente as nuances das novas regulamentações do Banco Central e oferece soluções de Pentest que não apenas garantem a conformidade, mas elevam o nível de segurança da sua instituição.
Nossa abordagem inclui:
- Pentests Alinhados às Normas: Nossos serviços são meticulosamente desenhados para atender a todas as exigências das Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025, fornecendo relatórios detalhados e prontos para auditoria.
- Equipe Especializada e Independente: Contamos com profissionais altamente qualificados e independentes, garantindo uma avaliação objetiva e a identificação precisa de vulnerabilidades.
- Cobertura Full-Stack: Realizamos testes abrangentes que cobrem todas as camadas da sua infraestrutura tecnológica e processos de negócio, desde aplicações críticas até a resiliência de seus colaboradores.
- Suporte na Remediação: Além de identificar as falhas, auxiliamos na elaboração e execução de planos de ação eficazes para a correção das vulnerabilidades, garantindo que sua instituição esteja protegida.
O prazo de 1º de março de 2026 está próximo. A hora de agir é agora. Proteger sua instituição financeira contra ameaças cibernéticas e garantir a conformidade com as novas regulamentações do Banco Central é um investimento essencial na segurança, na reputação e na continuidade do seu negócio. Não deixe sua instituição vulnerável a riscos e penalidades. Entre em contato com a Baitz e descubra como podemos ser seu parceiro estratégico para navegar com segurança nesta nova era da cibersegurança financeira.
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