
Em uma analogia, criptografar é como colocar informações dentro de um cofre: apenas quem tem a chave consegue abrir e ler o conteúdo, mantendo privacidade e segurança no mundo digital. Ela funciona transformando mensagens e arquivos em “códigos” durante o envio ou armazenamento, e depois voltando ao original quando a chave correta é usada, impedindo terceiros de obter acesso ao conteúdo.
O objetivo é camuflar o conteúdo daqueles que não devem perder acesso aos dados, sem impedir quem realmente precisa acessar de verdade.
Um exemplo disso são sites com ícone de cadeado (HTTPS) na barra de endereços, indicando a criação de um “túnel seguro” para proteger logins, compras e dados de formulários que trafegam na internet.
Para identificarmos o destinatário real, utilizamos provas de autenticidade, que são assinaturas digitais.
A assinatura digital é como um carimbo que confirma o real remetente dos dados. Já para confirmar que nada foi alterado no caminho, temos o hash, que são verificações para detectar qualquer mudança, no envio do arquivo, garantido a integridade dos dados.
Por que isso tudo importa?
Protege dados pessoais e empresariais, evitando que credenciais e documentos sigilosos caiam em mãos erradas. Além disso, aumenta a confiança ao usar serviços online, reduzindo risco em compras, pagamentos e compartilhamento de dados.